A balança comercial apresentou superávit de US$ 24,07 bilhões, um crescimento de 17,9%, e a corrente de comércio registrou estabilidade, atingindo US$ 183,01 bilhões.
Diante do maior superávit da história na balança comercial em março, o governo projeta saldo positivo de US$ 84 bilhões para este ano, o que representaria alta de 36,8% em relação ao superávit recorde de US$ 62,3 bilhões registrados em 2022
O resultado é o melhor para um mês de janeiro em toda a série histórica em valores nominais, iniciada em 1997. O valor inclui as contas do Tesouro Nacional, da Previdência e do Banco Central
Brasil beneficiou-se da valorização do petróleo no mercado internacional e também tirou proveito da safra recorde de grãos
Até dezembro, o resultado comercial do país acumula superávit de US$ 2,285 bilhões. No ano, o saldo é positivo em US$ 59,816 bilhões
No acumulado da balança comercial de 2022, as exportações somaram US$ 308,82 bi e as importações totalizaram US$ 250,79 bi, recordes de janeiro a novembro
No acumulado de janeiro a outubro de 2022, o saldo da balança comercial está positivo em US$ 51,6 bilhões, no entanto, 11,8% menor do que o saldo de US$ 58,5 bilhões registrado no mesmo período do ano passado
O saldo da remessa de lucros ao exterior foi de US$ 3,5 bilhões, enquanto o pagamento de juros representou US$ 2,9 bilhões, que, somados, bem acima do resultado positivo da balança comercial
Nas contas públicas dos governos estaduais e municipais, o saldo positivo foi reduzido no momento de queda da arrecadação com o ICMS
Em 12 meses até maio, o valor acumulado do superávit primário ficou em 119,9 bilhões, o que corresponde a 1,32% do PIB